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Como funciona o PIPE FAPESP? Entenda as fases e os critérios de financiamento

O Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP oferece recursos para startups e pequenas empresas desenvolverem pesquisas inovadoras. Conheça as fases do programa, os critérios de financiamento e como submeter sua proposta.

por Alerta de Editais | Criado em Atualizado em

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PIPE: Da viabilidade técnica até a entrada do produto no mercado

O PIPE (Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas) da FAPESP tem como objetivo apoiar pesquisas científicas e tecnológicas desenvolvidas por pequenas empresas no estado de São Paulo. O programa está dividido em diferentes fases, que acompanham o ciclo de desenvolvimento da inovação, desde a viabilidade técnica até a entrada no mercado.

Fases do PIPE

Fase 1 – Viabilidade Técnico-Científica

Nesta fase, a empresa deve demonstrar a viabilidade técnica e científica da sua inovação. O financiamento pode chegar a R$ 300 mil, além de uma reserva técnica e benefícios complementares. O prazo para a execução do projeto é de até 9 meses. As propostas podem ser submetidas em fluxo contínuo, sem prazos fixos de chamada 

Fase 2 – Desenvolvimento da Pesquisa

Após a validação inicial, o projeto pode avançar para a Fase 2, onde ocorre o desenvolvimento da proposta de pesquisa. Essa etapa pode durar até 24 meses, com um orçamento de até R$ 1,5 milhão, além de benefícios complementares. Assim como na Fase 1, as propostas podem ser submetidas a qualquer momento. Caso a empresa já tenha evidências robustas da viabilidade técnica, é possível solicitar diretamente a Fase 2 Direta, sem passar pela Fase 1. Para isso, é necessário apresentar um documento detalhado chamado "Justificativa para a Fase 2 Direta", demonstrando que a inovação já foi validada 

PIPE Invest

O PIPE Invest tem o objetivo de acelerar a entrada no mercado de inovações resultantes da Fase 2. Para ser elegível, a empresa precisa comprovar o interesse de um investidor privado, que deve aportar pelo menos R$ 100 mil no projeto. A FAPESP pode complementar esse valor, oferecendo um financiamento que pode chegar a R$ 1,5 milhão, com duração de até 24 meses.

Fase 3 – Desenvolvimento Comercial e Industrial

A última fase do PIPE é voltada para a comercialização e industrialização do produto ou serviço inovador. Diferente das fases anteriores, a Fase 3 não conta com financiamento direto da FAPESP, mas busca apoiar empresas que já passaram pelo PIPE ou desenvolveram pesquisa de forma independente e agora precisam escalar sua inovação.

PIPE Start: parceria FAPESP e Sebrae

Além das fases tradicionais do PIPE, a FAPESP também oferece o PIPE Start, um programa desenvolvido em parceria com o Sebrae. O objetivo é permitir que empresas validem seus desafios tecnológicos e modelos de negócio antes de submeter uma proposta formal ao PIPE. Isso inclui o contato com potenciais clientes e a prototipagem inicial da solução.

Submissão de propostas e fluxo contínuo

Uma vantagem do PIPE é que as propostas podem ser submetidas em fluxo contínuo, ou seja, não há um período fixo de inscrição. Isso se aplica às fases 1, 2 e PIPE Invest. As empresas interessadas devem acompanhar os critérios detalhados no site oficial do programa e preparar sua documentação de acordo com as exigências da FAPESP.

📌 Fontes:

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