No vibrante cenário do agronegócio brasileiro, as startups emergem como protagonistas na inovação e modernização do setor.
O que as startups buscam?
Segundo o relatório "Termômetro da inovação aberta no agro" da PwC Agtech Innovation, as startups buscam estabelecer parcerias sólidas e práticas, particularmente com produtores e grandes corporações. Elas veem nessas colaborações uma oportunidade crucial para escalar suas soluções e promover avanços tecnológicos significativos. Além disso, a relação com o meio acadêmico é valorizada, pois pode impulsionar o desenvolvimento tecnológico que é fundamental para a inovação contínua.
Quais os desafios?
Muitas vezes, startups lidam com sistemas fechados e protecionistas impostos por grandes corporações e cooperativas, o que pode dificultar o acesso ao mercado e a implementação ampla de suas soluções. Para contornar essas barreiras, as startups se esforçam para demonstrar o valor de suas tecnologias disruptivas e devem formular com mais clareza seu diferencial de mercado, algo que as grandes corporações ressaltam como necessário.
Como é a relação com os produtores rurais?
As expectativas dos produtores rurais também são focadas em inovações práticas e sustentáveis que podem ser aplicadas diretamente no campo. Eles desejam ver soluções que estejam mais alinhadas com a realidade operacional do agronegócio. As startups, nesse contexto, precisam adaptar suas ofertas para atender melhor essas necessidades e garantir que suas tecnologias sejam facilmente integráveis nas práticas agrícolas diárias.
Como acelerar a adoção da tecnologia?
Os hubs de inovação surgem como facilitadores cruciais, atuando como pontos de conexão entre startups, produtores, corporações, e a academia. Eles desempenham um papel fundamental ao acelerar a adoção de tecnologia, promovendo a integração de novos participantes e facilitando a colaboração em toda a cadeia do agronegócio.